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Fundação do Câncer destaca importância da Comunicação no esclarecimento público para a prevenção da doença em evento FIS Week

Fundação do Câncer destaca importância da Comunicação no esclarecimento público para a prevenção da doença em evento FIS Week

O diretor executivo da Fundação do Câncer, Luiz Augusto Maltoni participou da FIS Week 2022, evento ocorrido na primeira semana de maio e que reuniu lideranças, empresas e entidades a fim de compartilhar conteúdo e experiências em saúde.

Maltoni foi convidado para participar da mesa O Poder do CoBranding na Saúde, junto com outros líderes da saúde do país. O diretor-executivo da Fundação do Câncer começou sua apresentação falando da importância de escolher parceiros certos para o sucesso das campanhas de orientação e prevenção ao câncer. Segundo o executivo, essa sinergia entre instituições é fundamental para que a mensagem seja efetiva para o público-alvo.

Entre os projetos apresentados, Maltoni falou da parceria com o INCA e, também, levou para o diálogo o case de comunicação da campanha contra o câncer de pele desenvolvida pela SB Comunicação e pela Fundação, em uma parceria de sucesso com Ecoponte e a atriz Evelyn Castro. Nela, painéis no alto do vão central da Ponte Rio-Niterói e painéis de LED nas cabines de pedágio alertavam para a prevenção da doença, além de distribuição de protetores solar. “Essa foi uma escolha estratégica, já que a mensagem é direta para quem se dirige às praias da Região dos Lagos do Estado do Rio”, enfatiza o dirigente.

Ele ressaltou que parcerias como essa, ajudam a multiplicar informações fundamentais e de forma segura, um feito importante em uma época em que convivemos com a força das fake News. “É interessante que, cada vez mais, as marcas tenham consciência não só de um papel mercadológico, mas também social”, sublinha o diretor executivo da Fundação do Câncer.

Além de Maltoni, Denise Dias (Respira Dias), Luis Paulo Barros (MV) e Roberta Iahn (ESPM) participaram do debate, promovido pela Inicitativa FIS.

Nota de Pesar

Nota de Pesar

A Fundação do Câncer lamenta profundamente o falecimento do médico e professor Antonio Pedro Mirra, fundador e coordenador, durante décadas, do Registro de Câncer de Base Populacional de São Paulo (RCBP-SP). O importante sistema de informação em saúde para registro e conhecimento sobre câncer, foi estruturado em parceria entre a Secretaria Municipal da Saúde do município de São Paulo e a Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP). Doutor Mirra foi também presidente da Comissão Antitabagismo da FSP-USP e lutou pela saúde pública e ambientes livres do tabaco, uma das principais causas de adoecimento e mortes por câncer.

Nosso agradecimento ao médico e professor pela sua dedicação. E solidariedade à família, amigos e alunos.

Nota de pesar

Nota de pesar

Com profundo pesar, a Fundação do Câncer lamenta o falecimento do médico Alberto José de Araújo, profissional referência na Medicina e dedicado as ações de combate ao tabagismo. Ele faleceu no dia 7 de setembro, deixando uma enorme lacuna para familiares, amigos e toda a sociedade.

Alberto foi presidente das Comissões Científica e de Tabagismo da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT) e da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia do Estado do Rio de Janeiro (SOPTERJ). Também presidiu a Comissão de Combate ao Tabagismo da Associação Médica Brasileira.

Grande parceiro da Fundação do Câncer, o médico era um dos autores do Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec). Organizou ainda a publicação que é referência para ações do controle da dependência do cigarro no Brasil, o livro Manual de Condutas e Práticas em Tabagismo.

Homem de vasta cultura, era ainda autor de livros de poesia. Uma perda irreparável!

Fundação do Câncer, ACT, AMB, SBPT e outras instituições da área de saúde divulgam nota sobre pesquisa francesa que defende o uso da nicotina no combate ao novo coronavírus

Fundação do Câncer, ACT, AMB, SBPT e outras instituições da área de saúde divulgam nota sobre pesquisa francesa que defende o uso da nicotina no combate ao novo coronavírus

Organizações lançam campanha #VapeVicia e alertam que fumantes, usuários de cigarros eletrônicos e narguilés têm quadro agravado quando contaminados pelo Covid-19

A Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta para ampliação do risco de contágio por COVID-19 entre fumantes, usuários de cigarros eletrônicos e narguilés. Embora as pesquisas sobre o assunto ainda sejam recentes, análise das mortes entre pacientes chineses com diagnóstico de pneumonia associada ao novo coronavírus identificaram chances de progressão da doença 14 vezes maior entre fumantes. O levantamento vai de encontro à pesquisa francesa, que defende o uso da nicotina no combate ao novo coronavírus. O estudo em questão, que não foi revisado por pares e não faz referência a aprovação por nenhum comitê de ética em pesquisa, levou sete instituições renomadas em saúde a assinar nota técnica. Para as instituições, é “precoce e arriscado afirmar qualquer potencial fator protetor da nicotina para o SARS-CoV-2”, diz a nota. Veja a nota técnica completa.

Já a pesquisa chinesa, realizada em 55.924 casos confirmados em laboratório no país asiático, revelou, ainda, que a taxa de mortalidade é muito maior por Covid-19 entre doentes com doenças respiratórias crônicas, câncer, problemas cardíacos, diabetes e hipertensão.

De acordo com a OMS, fumantes têm maior vulnerabilidade à doença, pois a porta de entrada para o vírus são as mãos, a boca, o nariz e os olhos.

“O ato de fumar, em que o usuário segura o cigarro com os dedos e leva em contato com os lábios, aumenta a possibilidade da transmissão do vírus para a boca. Sem falar que o tabagismo é responsável por 90% dos casos de câncer de pulmão e, além de reduzir a capacidade pulmonar, eleva as chances de complicações pela virose”, alerta Luiz Augusto Maltoni Jr, diretor executivo da Fundação do Câncer.

O especialista enfatiza, ainda, que o uso do narguilé é perigoso por envolver o compartilhamento de bocais e mangueiras entre várias pessoas, o que também pode acelerar a transmissão do COVID-19.

“Condições que aumentam as necessidades de oxigênio ou reduzem a capacidade do corpo de usá-lo adequadamente colocam os pacientes em maior risco de doenças pulmonares graves, como pneumonia. Vale lembrar que as doenças respiratórias associadas ao tabagismo, como a Evali, causada pelo uso de cigarros eletrônicos, ampliam os riscos de complicações pelo novo coronavírus“, afirma o cirurgião oncológico e diretor executivo da Fundação do Câncer.

Campanha #vapevicia

A ACT Promoção da Saúde, a Associação Médica Brasileira (AMB) e a Fundação do Câncer estão lançando uma campanha em redes sociais sobre os perigos dos dispositivos eletrônicos para fumar (DEFs).

Intitulada #VapeVicia, a campanha tem como conceito o potencial destrutivo da combinação de dois vícios: em tecnologia e em nicotina. A intenção é mostrar que as inovações empregadas nesses dispositivos eletrônicos são uma armadilha usada pela indústria do cigarro para conquistar novos fumantes.

Para Maltoni Jr. a união das três entidades vem reforçar a importância do combate ao fumo, já que um estudo do Instituto Nacional de Câncer verificou que o país gasta cerca de R$ 57 bilhões ao ano com despesas médicas e de perda de produtividade relacionadas a doenças provocadas pelo fumo. De acordo com o estudo, o país arrecada R$ 13 bilhões de tributos por ano com a indústria do tabaco, o que significa que há um rombo de pelo menos R$ 44 bilhões para o sistema de saúde brasileiro. Todos os dias, 428 pessoas morrem devido ao tabagismo no país.

Para a AMB, “esses novos produtos encobrem, numa nuvem de vapor, sérios riscos às políticas de controle do tabaco, não só pela predisposição à renormalização do tabagismo, estímulo à iniciação e recaída pela falsa percepção de segurança, mas também um aumento sem precedentes de doenças tabaco relacionadas causadas pelo cigarro acrescidas da contribuição dessas novas tecnologias para fumar. Num cenário onde o SUS e a Saúde Suplementar lidam com o desafio de enfrentamento dos altos custos da pandemia do coronavírus seria uma insensatez a liberação desses produtos”, destaca Alberto Araújo, presidente da Comissão de Combate ao Tabagismo da AMB.

“Os DEFs também viciam e causam doenças e mortes, por isso o alerta de nossa campanha. A novidade tecnológica atrai para a experimentação, mas depois aprisiona para o consumo, assim como outros produtos para fumar”, destaca Mônica Andreis, Diretora Executiva da ACT Promoção de Saúde.

Para saber mais, acesse o hotsite da campanha: vapemata.org.br.

RECOMENDAÇÕES PARA PACIENTES COM CÂNCER DURANTE A PANDEMIA DE COVID-19

RECOMENDAÇÕES PARA PACIENTES COM CÂNCER DURANTE A PANDEMIA DE COVID-19

A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou que a doença causada pelo novo coronavírus, chamada COVID-19,  atingiu o nível de uma pandemia, ou seja, a epidemia se espalhou por vários continentes. Sua transmissão acontece pelo ar, por meio do contato com secreções infectadas (saliva, espirro, tosse) ou pelo contato com superfícies contaminadas.

A COVID-19 é mais preocupante para alguns grupos de risco. Entre eles estão os pacientes com câncer, cujos sistemas imunológicos são frequentemente enfraquecidos pela doença e seus tratamentos, especialmente nos casos de neoplasias hematológicas (do sangue); em quimioterapia ativa; e em transplantados de medula óssea.

Os efeitos do tratamento não terminam com a radioterapia, a quimioterapia  ou após a cirurgia. Efeitos posteriores do câncer e efeitos imunossupressores do tratamento podem ser de longo prazo. Geralmente o risco é temporário e quem terminou o tratamento há alguns anos tem um sistema imunológico que, provavelmente, se recuperou.

O paciente oncológico deve redobrar a atenção se tiver febre e outros sintomas de uma doença respiratória, como tosse ou falta de ar, principalmente se houver contato próximo com uma pessoa suspeita ou confirmada para a COVID-19 ou se mora ou viajou recentemente para uma área conhecida por ter um surto da doença.

É importante que todos os pacientes com câncer – estejam em tratamento ou não – e aqueles que já se recuperaram da doença e passaram da fase de remissão, conversem com um médico que entende sua situação e histórico médico caso suspeitem que possam ter sido infectados com o novo coronavírus.

Conhecer o que pode ser feito para evitar o adoecimento é muito importante. Por isso, a Fundação do Câncer preparou este guia.

Saiba como aumentar sua proteção contra o novo Coronavírus

RECOMENDAÇÕES PARA OS PACIENTES ONCOLÓGICOS

  • Não suspenda seu tratamento contra o câncer nem o uso dos medicamentos prescritos pelo seu médico.
  • Entre em contato com o médico em caso de febre, coriza, falta de ar e tosse seca para avaliar a necessidade de procurar um centro de saúde.
  • Pacientes oncológicos, por serem mais vulneráveis em relação ao coronavírus, devem use máscara de proteção e trocá-la a cada 2 a 3 horas!
  • Mantenha distância de pessoas com quadro gripal ou que retornaram de viagem a locais com surto da COVID-19.
  • Na visita ao centro de tratamento oncológico, esteja acompanhado de apenas uma pessoa, preferencialmente, com menos de 60 anos e que não apresente sintomas de gripe.
  • Quando for ao hospital, evite contato físico mais próximo, mesmo com médicos e equipe e, especialmente, com demais pessoas no local.
  • Evite visitas hospitalares. Somente faça ou receba visitas em casos extraordinários.


RECOMENDAÇÕES PARA TODA A SOCIEDADE

  • Lave as mãos com frequência, com água e sabão, por pelo menos 20 segundos. Essa é uma das melhores maneiras de matar germes e vírus em suas mãos e impedir a propagação para outras pessoas.
  • Se água e sabão não estiverem prontamente disponíveis, use um desinfetante para as mãos à base de álcool 70%.
  • Concentrações menores de álcool, como o 46,5%, de uso doméstico, não são eficazes para eliminação do coronavírus.
  • Evite tocar nos olhos, nariz e boca porque, se você pegar o vírus, poderá se infectar permitindo que o vírus entre no seu corpo.
  • Evite o contato próximo – com menos de um metro e meio – de pessoas doentes, especialmente aquelas que tossem ou espirram.
  • Cubra a tosse ou espirro com um lenço de papel, depois jogue no lixo ou espirre na dobra do cotovelo.
  • Limpe e desinfete os objetos e superfícies tocados com frequência usando um spray ou pano de limpeza doméstico comum.
  • Fique em casa quando estiver doente.
  • Não cumprimente com apertos de mão, beijos e abraços.
  • Não se arrisque com tratamentos sem acompanhamento médico e automedicação. Além de ineficazes, eles podem colocar sua saúde em risco.

 

Fontes:


Consultores Médicos da Fundação do Câncer
www.cancer.org.br

Ministério da Saúde
https://www.saude.gov.br/

Instituto Nacional de Câncer José Gomes da Silva (Inca)
https://www.inca.gov.br/noticias/inca-contra-coronavirus

Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica
https://sboc.org.br/noticias/item/1797-posicionamento-sboc-coronavirus-covid-19

Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO)
https://www.asco.org/asco-coronavirus-information

American Cancer Society
https://www.cancer.org/latest-news/common-questions-about-the-new-coronavirus-outbreak.html

Campanha da Fundação do Câncer quer conhecer histórias inspiradoras

Campanha da Fundação do Câncer quer conhecer histórias inspiradoras

O Dia Mundial do Câncer acontece anualmente no dia 4 fevereiro. Neste ano, o tema da campanha da Fundação do Câncer para a data será Inspire a Mudança. Nela, queremos conhecer e compartilhar histórias inspiradoras de pessoas que, a partir da vivência com a doença ou da experiência de seus familiares, transformaram suas vidas e a de muitas outras pessoas.

Um exemplo é Andréa Souza Vale, que criou o Projeto Peito Aberto após ser diagnosticada com câncer de mama e ter feito a cirurgia de retirada total da mama direita. Ela realiza ensaios fotográficos gratuitos de mulheres que tiveram a doença, com o objetivo de elevar a autoestima dessas pacientes.

A ação da Fundação do Câncer acontece alinhada ao movimento global I am and I will, da World Cancer Day. Com duração de três anos, a campanha deseja mostrar que quem quer que você seja, suas ações, grandes ou pequenas, farão uma mudança duradoura e positiva.

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