Fundação do Câncer comemora 20 anos com jantar beneficente no Copacabana Palace | Fundação do Câncer
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Fundação do Câncer comemora 20 anos com jantar beneficente no Copacabana Palace

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A Fundação do Câncer comemorou 20 anos, com um jantar beneficente no Copacabana Palace, ontem (23/11). O evento reuniu cerca de 200 pessoas, entre as quais o Secretário Estadual de Saúde do Rio de Janeiro, Sérgio Côrtes, o diretor geral do Inca, Luiz Antonio Santini, vários médicos, empresários e artistas e contou com uma apresentação da harpista Cristina Braga, acompanhada por um quarteto. O poeta e compositor Hermínio Bello de Carvalho foi o mestre de cerimônias da noite.  Na abertura do evento foi apresentado um filme com dados sobre a doença e outro destacando os avanços na prevenção e controle do câncer nas últimas duas décadas.
 
O oncologista Marcos Moraes, presidente do Conselho de Curadores da Fundação do Câncer e da Academia Nacional de Medicina aproveitou o seu discurso para anunciar novos projetos e desafios da instituição. A Fundação do Câncer recebeu da Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro a incumbência de organizar e gerir o Programa Estadual de Controle do Câncer, que inclui a gestão do Instituto de Câncer do Estado do Rio de Janeiro e de seu hospital com 220 leitos na baixada fluminense; além do programa de unidades de cuidados paliativos e de um laboratório central de citopatologia.
 
Antes do encerramento do jantar, a jornalista Ana Paula Araújo comandou o sorteio de um iPad, mas os presentes não sabiam qual objeto estava sendo sorteado. Animada, ela conseguiu R$ 13 mil. E quem levou o tablet para casa foi José Carlos Ramos da Silva, ex-conselheiro da Fundação do Câncer. O sorteio foi um marco simbólico para o início de uma campanha de arrecadação de recursos para uma unidade de cuidados paliativos – hospice – que a Fundação pretende lançar.
 
Em seus 20 anos, a Fundação do Câncer recebeu R$ 22,6 milhões em doações.  O avanço das pesquisas em oncologia, o aumento do diagnóstico precoce e o êxito em campanhas de prevenção do câncer, com especial destaque ao caso pioneiro no Brasil de luta contra a indústria tabagista, são algumas das principais ações da Fundação do Câncer. E essas conquistas foram possíveis em função da solidariedade de empresas e pessoas que entendem que a luta é de toda a sociedade. “Precisamos de doações porque investir em pesquisas e tratamento custa muito caro. E isso não só aqui no Brasil. Nem mesmo governos de países desenvolvidos dão conta da questão sem ajuda do setor privado”, frisou Marcos Moraes.
 
Histórico – A Fundação do Câncer foi criada em 1991 por Marcos Moraes, na época diretor geral do Instituto Nacional de Câncer (Inca), com o apoio de outros três médicos: Jayme Brandão de Marsillac, Ulpio Paulo de Miranda e Magda Cortês Rodrigues Rezende. Na ocasião, eles buscavam alternativas econômico-financeiras para ampliar o atendimento aos portadores de câncer e intensificar as ações de prevenção e controle da doença.
 
O modelo de gestão adotado possibilitou a entrada de recursos da iniciativa privada e também de órgãos públicos e institutos internacionais e assegurou o crescimento contínuo e estável do Inca. Atualmente, a Fundação é a principal parceira do Instituto na execução do Programa Nacional de Controle do Câncer em ações de pesquisa, ensino diagnóstico precoce, tratamento, reabilitação e cuidados paliativos.
 
“O caminho da prevenção e detecção precoce do câncer é a principal forma de combater a disseminação da doença. Uma visão que a Fundação do Câncer defende há 20 anos. Ao lado do  Inca, temos apostado em uma abordagem da política de controle do câncer focada na prevenção e não apenas no combater a doença”, disse o presidente do Conselho de Curadores da Fundação do Câncer.
 
Em 20 anos, a Fundação do Câncer investiu no Inca R$ 1,5 bilhão. Para se ter exemplo dos beneficiados, os principais investimentos foram R$ 138,3 milhões para  o Centro de Transplante de Medula Óssea (CEMO), R$ 129,4 milhões para a área de pesquisa,  R$ 118,5 milhões para o Programa de Prevenção do Câncer; e R$ 86,1 milhões para unidade de Cuidados Paliativos do INCA (Hospital do Câncer IV).
 
Além disso, mais de 4 mil profissionais do Inca participaram de programas de desenvolvimento profissional, como cursos e seminários. O aporte de recursos em treinamento atingiu o volume de R$ 39,3 milhões. E foram adquiridos mais de 10 mil equipamentos e bens para o instituto. O total de investimentos em material permanente e imóveis foi de R$ 75,3 milhões.   .
 
Além do INCA, a Fundação do Câncer apoia outras iniciativas relacionadas à prevenção e ao controle da doença. A entidade destinou R$ 1,6 milhão para o Programa de Oncobiologia da UFRJ entre 2005 e 2010. O apoio foi destinado a 51 pesquisas e à construção de um auditório. Foram concedidas 693 bolsas de pesquisa e realizadas 353 pesquisas no período.
 
 
 
 
Fundação do Câncer comemora 20 anos
com jantar beneficente no Copacabana Palace
 
 
 
A Fundação do Câncer comemorou 20 anos, com um jantar beneficente no Copacabana Palace, ontem (23/11). O evento reuniu cerca de 200 pessoas, entre as quais o Secretário Estadual de Saúde do Rio de Janeiro, Sérgio Cortês, o diretor geral do Inca, Luiz Antonio Santini, vários médicos, empresários e artistas e contou com uma apresentação da harpista Cristina Braga, acompanhada por um quarteto. O poeta e compositor Hermínio Bello de Carvalho foi o mestre de cerimônias da noite.  Na abertura do evento foi apresentado um filme com dados sobre a doença e outro destacando os avanços na prevenção e controle do câncer nas últimas duas décadas.
 
O oncologista Marcos Moraes, presidente do Conselho de Curadores da Fundação do Câncer e da Academia Nacional de Medicina aproveitou o seu discurso para anunciar novos projetos e desafios da instituição. A Fundação do Câncer recebeu da Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro a incumbência de organizar e gerir o Programa Estadual de Controle do Câncer, que inclui a gestão do Instituto de Câncer do Estado do Rio de Janeiro e de seu hospital com 220 leitos na baixada fluminense; além do programa de unidades de cuidados paliativos e de um laboratório central de citopatologia.
 
Antes do encerramento do jantar, a jornalista Ana Paula Araújo comandou o sorteio de um iPad, mas os presentes não sabiam qual objeto estava sendo sorteado. Animada, ela conseguiu R$ 13 mil. E quem levou o tablet para casa foi José Carlos Ramos da Silva, ex-conselheiro da Fundação do Câncer. O sorteio foi um marco simbólico para o início de uma campanha de arrecadação de recursos para uma unidade de cuidados paliativos – hospice – que a Fundação pretende lançar.
 
Em seus 20 anos, a Fundação do Câncer recebeu R$ 22,6 milhões em doações.  O avanço das pesquisas em oncologia, o aumento do diagnóstico precoce e o êxito em campanhas de prevenção do câncer, com especial destaque ao caso pioneiro no Brasil de luta contra a indústria tabagista, são algumas das principais ações da Fundação do Câncer. E essas conquistas foram possíveis em função da solidariedade de empresas e pessoas que entendem que a luta é de toda a sociedade. “Precisamos de doações porque investir em pesquisas e tratamento custa muito caro. E isso não só aqui no Brasil. Nem mesmo governos de países desenvolvidos dão conta da questão sem ajuda do setor privado”, frisou Marcos Moraes.
 
Histórico – A Fundação do Câncer foi criada em 1991 por Marcos Moraes, na época diretor geral do Instituto Nacional de Câncer (Inca), com o apoio de outros três médicos: Jayme Brandão de Marsillac, Ulpio Paulo de Miranda e Magda Cortês Rodrigues Rezende. Na ocasião, eles buscavam alternativas econômico-financeiras para ampliar o atendimento aos portadores de câncer e intensificar as ações de prevenção e controle da doença.
 
O modelo de gestão adotado possibilitou a entrada de recursos da iniciativa privada e também de órgãos públicos e institutos internacionais e assegurou o crescimento contínuo e estável do Inca. Atualmente, a Fundação é a principal parceira do Instituto na execução do Programa Nacional de Controle do Câncer em ações de pesquisa, ensino diagnóstico precoce, tratamento, reabilitação e cuidados paliativos.
 
“O caminho da prevenção e detecção precoce do câncer é a principal forma de combater a disseminação da doença. Uma visão que a Fundação do Câncer defende há 20 anos. Ao lado do  Inca, temos apostado em uma abordagem da política de controle do câncer focada na prevenção e não apenas no combater a doença”, disse o presidente do Conselho de Curadores da Fundação do Câncer.
 
Em 20 anos, a Fundação do Câncer investiu no Inca R$ 1,5 bilhão. Para se ter exemplo dos beneficiados, os principais investimentos foram R$ 138,3 milhões para  o Centro de Transplante de Medula Óssea (CEMO), R$ 129,4 milhões para a área de pesquisa,  R$ 118,5 milhões para o Programa de Prevenção do Câncer; e R$ 86,1 milhões para unidade de Cuidados Paliativos do INCA (Hospital do Câncer IV).
 
Além disso, mais de 4 mil profissionais do Inca participaram de programas de desenvolvimento profissional, como cursos e seminários. O aporte de recursos em treinamento atingiu o volume de R$ 39,3 milhões. E foram adquiridos mais de 10 mil equipamentos e bens para o instituto. O total de investimentos em material permanente e imóveis foi de R$ 75,3 milhões.   .
 
Além do INCA, a Fundação do Câncer apoia outras iniciativas relacionadas à prevenção e ao controle da doença. A entidade destinou R$ 1,6 milhão para o Programa de Oncobiologia da UFRJ entre 2005 e 2010. O apoio foi destinado a 51 pesquisas e à construção de um auditório. Foram concedidas 693 bolsas de pesquisa e realizadas 353 pesquisas no período.