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Para manter seus projetos, programas e investimentos em pesquisa, educação, informação, mobilização e assistência, a Fundação do Câncer precisa de recursos e conta com o apoio da sociedade e de instituições. É igualmente importante diversificar e inovar nos meios de captação, permitindo a continuidade do trabalho. É o que ocorre na nova parceria firmada com a Dinheirus.cash, operadora das chamadas criptomoedas, ou moedas virtuais.

As operações de compras e vendas da Dinheirus.cash destinam 4% da movimentação para distribuição entre os investidores, sendo que a Fundação do Câncer possui 10% de todas as moedas em circulação, ou seja, a cada transação realizada a carteira doada para a instituição é recompensada. E mais: os operadores da Dinheirus, conhecidos como holders, também podem doar diretamente para a instituição, transferindo saldo em moedas virtuais.

“Quando desenvolvemos o plano de negócios já tínhamos em mente a vontade de agregar um impacto social à nossa moeda virtual. Após intensa pesquisa, encontramos o parceiro ideal e a solidez que buscávamos ao conhecer a Fundação do Câncer. Afinal, são 30 anos de trabalho e nenhuma instituição sobrevive tanto tempo se não for extremamente séria e competente no que faz. Estamos muito confiantes na parceria e felizes em poder apoiar a causa do controle do câncer”, afirma Douglas Fernandes, CEO da Dinheirus.cash.

A Fundação do Câncer vem buscando a diversificação de receitas alinhada com seu planejamento de atuação pautado na inovação. Conforme lembra Alexandre Stork, gerente financeiro da Fundação do Câncer, “operações de doação com moedas virtuais já são tendência fora do Brasil, como se observa, por exemplo, na American Cancer Society, dos Estados Unidos”. A parceria com a Dinheirus inaugura um novo tempo também para a Fundação do Câncer e as instituições do terceiro setor no Brasil. “Esperamos que ela traga um bom volume de recursos para investimentos em nossos projetos de controle do câncer”, completa Stork.

“Ao completar 30 anos e pautar nossas celebrações no tema ‘inovação’, não olhamos somente para o futuro. Também reconhecemos que nossa história é permeada de ações inovadoras. Passar a contar com recursos captados no mercado de criptomoedas é mais uma ação que nos coloca na vanguarda e mostra nossa intenção de seguir trabalhando por um objetivo maior: a vida”, salienta Luiz Augusto Maltoni Jr, diretor executivo da Fundação do Câncer.

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