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Saúde e ciência mostram sua força: Fundação do Câncer celebra sucesso de inscrições para o Prêmio Marcos Moraes

Saúde e ciência mostram sua força: Fundação do Câncer celebra sucesso de inscrições para o Prêmio Marcos Moraes

A Fundação do Câncer encerrou as inscrições para o Prêmio Marcos Moraes, no dia 29 de agosto, celebrando o interesse nacional de pesquisadores, instituições e organizações do terceiro setor acerca da premiação. Foram concluídas, com sucesso, 46 inscrições, sendo 21 propostas de instituições e 25 de profissionais e pesquisadores da área de saúde. As três categorias, Promoção da Saúde e Prevenção do Câncer, Cuidados Paliativos e Iniciativas para o Controle do Câncer, tiveram inscrições de diversas regiões do país.

“Foi um sucesso! Completamos 30 anos em 2021 e este prêmio é uma justa homenagem ao médico Marcos Moraes, que fundou nossa entidade e foi referência no combate ao câncer no Brasil”, comemora o diretor-executivo da Fundação do Câncer, Luiz Augusto Maltoni. O Prêmio Marcos Moraes, visa a pesquisa e inovação para o controle do câncer. “Os trabalhos inscritos são de grande qualidade e mostram a força da ciência e da saúde no país. Ficamos felizes com a participação de tantos profissionais e pesquisadores”, complementa Maltoni.

Para o epidemiologista Alfredo Scaff, que está à frente da comissão organizadora da premiação, foi mais uma vitória da saúde pública. “Ficamos felizes com a diversidade de instituições, profissionais e trabalhos recebidos. Não usamos aportes financeiros para anúncios, apenas a divulgação na mídia em geral, em nosso site e redes sociais, além das instituições parceiras. A confiança depositada na Fundação do Câncer nos alegra muito”, destaca ele.

A entrega do Prêmio Marcos Moraes será de forma virtual nesta primeira edição, por conta da pandemia da Covid-19. O resultado será apresentado dentro do 9º Simpósio Internacional Oncoclínicas, que acontece em 29 e 30 de outubro. O Instituto Oncoclínicas é parceiro da Fundação do Câncer nesta iniciativa.

Dia Nacional de Combate ao Fumo: é preciso apoiar as estratégias de cessação do tabagismo

Dia Nacional de Combate ao Fumo: é preciso apoiar as estratégias de cessação do tabagismo

Lançada em maio, por ocasião do Dia Mundial sem Tabaco, a Cartilha para Parar de Fumar, projeto da Fundação do Câncer, já ajudou em torno de 500 pessoas a deixarem a dependência do cigarro. A força de vontade destas pessoas, que resulta na vitória para a saúde, ocorreu em um período em que os riscos para os tabagistas devem ser evitados, já que a chance de agravamento da Covid-19, é grande para este grupo da população.

Na pauta da Fundação do Câncer, além dos temas cujos debates e análises vem liderando, como a vacinação contra o HPV e a prevenção ao câncer de colo de útero, estão questões factuais ligadas ao tabagismo. Como são os casos de fumo passivo, tributação e legislação sobre cigarros e a venda de Dispositivos Eletrônicos de Fumar(DEFs). O diretor-executivo da entidade e cirurgião oncológico, Luiz Augusto Maltoni, participou no dia 26 de agosto, da Audiência Pública pelo Dia Nacional de Combate ao Fumo, lembrado em 29 de agosto. O debate foi promovido pela Câmara dos Deputados. “São várias as frentes em que devemos atuar, especialmente devido ao fato da indústria trazer constantemente novos artifícios contra as campanhas de cessação. Os DEFs não servem para tratar a dependência, eles causam dependência e trazem muitos riscos para a saúde”, destaca Luiz Augusto Maltoni.

São considerados tabagismo o consumo de cigarros comuns, além da utilização de narguilés, dos Dispositivos Eletrônicos de Fumar (DEFs), incluindo os vaporizadores de nicotina seria uma solução para a dependência química, mas esse é só mais um artifício absurdo de quem tenta convencer o mundo de que fumar não faz mal.

Recomendamos que as pessoas não acreditem nisso e busquem tratamento. No Sistema Único de Saúde, o SUS, ele é gratuito”, conclui Maltoni. Através do telefone 136, a população pode obter mais informações sobre tratamento no SUS.

O objetivo da entidade com o lançamento da cartilha, foi incentivar e oferecer apoio às pessoas que desejam dar os primeiros passos rumo à cessação do tabagismo.

Foram feitos na página da entidade 4.600 downloads da cartilha. “Um levantamento entre os interessados na cartilha apontou que cerca de 500 pessoas pararam de fumar com a ajuda do material educativo. É importante que a população receba a informação correta. Também é preciso alertarmos para o fato de que todas as formas de uso do tabaco podem elevar o risco de desenvolver Covid-19, especialmente para complicações de quadros mais graves e potencialmente fatais”, enfatiza Maltoni.

Redome é indicado a prêmio internacional

Redome é indicado a prêmio internacional

Os doadores de medula inscritos no REDOME foram agraciados com uma indicação honrosa ao prêmio por originalidade, oferecido pelo WMDA (sigla em inglês da Associação Mundial de Doadores de Medula Óssea). O programa, gerenciado pelo INCA/Ministério da Saúde com gestão administrativa e de tecnologia pela Fundação do Câncer, é fundamental para o sucesso dos transplantes. Neste ano, a chamada para a atualização de cadastros de medula, que possibilita encontrar um doador compatível, através de seus dados de contato inseridos no sistema do REDOME, mobilizou muitos deles, que postaram vídeos animados em redes sociais.

O resultado, além do objetivo da atualização de muitos cadastros, foi a indicação. “É algo que nos deixa felizes, uma forma de homenagear nossos doadores e celebrar o sucesso da campanha e das parcerias”, destaca Luiz Augusto Maltoni, diretor-executivo da Fundação do Câncer.

“No Brasil, o suporte técnico e administrativo na gestão do REDOME fica a cargo da Fundação do Câncer. Ficamos bastante animados com a campanha, pois num ano difícil por causa da pandemia, além de manter o funcionamento da estrutura, pudemos fazer essa comemoração pelo dia do doador de maneira interativa e original. Os vídeos foram muito criativos”, completa Maltoni. A Fundação do Câncer aproveita para lembrar que as atualizações de cadastros podem ser feitas em www.redome.inca.gov.br.

Os vencedores do WMDA serão conhecidos em março de 2021.

XIV Simpósio de Oncobiologia inova em versão online

XIV Simpósio de Oncobiologia inova em versão online

VEJA COMO FOI O PRIMEIRO DIA DO EVENTO!

Teve início na quarta-feira, 04 de novembro de 2020, o XIV Simpósio de Oncobiologia. Pela primeira vez em sua história – em função da pandemia de Covid-19 e a necessidade de isolamento social – o evento acontece 100% online. Este ano, a versão virtual mantém a grade de programação habitual do evento com palestras, de renomados especialistas do Brasil e do exterior, e apresentação de trabalhos, em diferentes áreas de estudo da Biologia do câncer, na forma oral e de pôster.

Buscando inovar e se adaptar a esta nova realidade, nesta 14ª edição, contando novamente com o patrocínio da Fundação do Câncer, o Simpósio de Oncobiologia trouxe nova identidade visual (logomarca), um inédito website e uma plataforma exclusiva de inscrições, submissão de trabalhos e apresentação de pôsters – agora chamados de E-posters. O evento teve, também, transmissão ao vivo das palestras, em ambiente virtual fechado (somente para inscritos no evento), preservando o sigilo e a confidencialidade das pesquisas apresentadas.

Abertura do evento online

Dr. Alfredo Scaff, epidemiologista e consultor médico da Fundação do Câncer, representou a instituição, deu as boas-vindas aos participantes e organizadores do XIV Simpósio de Oncobiologia e ressaltou a importância do evento para a difusão do conhecimento sobre a biologia do câncer.

Scaff também usou sua fala para homenagear duas grandes personalidades que faleceram este ano deixando suas importantíssimas contribuições para a ciência brasileira por meio do Programa de Oncobiologia da UFRJ: Dr. Marcos Moraes, fundador da Fundação do Câncer e um dos criadores do Programa, e Dr. Franklin Rumjanek, diretor científico e coordenador de um dos grupos de pesquisa do Programa de Oncobiologia. No encerramento do evento, na sexta-feira (06/11), haverá uma homenagem a estes dois brilhantes cientistas.

Trio de Palestras

O Dr. Janusz Rak, pesquisador sênior da McGill University (Montreal, Canadá), especialista no estudo do papel de vesículas extracelulares na biologia tumoral, ministrou a palestra de abertura do evento e apresentou estudos em andamento que exploram as implicações biológicas, terapêuticas e diagnósticas da rede de comunicação célula-célula mediada por vesículas extracelulares (Ev), alteradas sob a influência das vias de transformação celular no câncer.

A palestra de abertura do XIV Simpósio de Oncobiologia foi um sucesso! E suscitou muitas perguntas e elogios. Robson Monteiro (UFRJ), coordenador do Programa de Oncobiologia, foi o moderador das palestras da parte manhã, neste primeiro dia de evento. Com jogo de cintura para lidar com imprevistos na transmissão ao vivo e sempre atento às perguntas formuladas pelos chat, fez a moderação entre os palestrantes e a plateia virtual do evento.

Na sequência, o Dr. Luiz Henrique Medeiros Geraldo apresentou os resultados de sua tese de doutorado premiada no Programa de Pós-graduação em Ciências Morfológicas do ICB-UFRJ. A tese, que faz um estudo minucioso do microambiente tumoral, em particular, do glioblastoma, foi desenvolvida em período sanduíche no Laboratório da Profª. Dra. Anne Eichmann, no Paris Cardiovascular Research Center (PARCC – INSERM U970), na França.

Para completar o trio de palestras do primeiro dia do evento, o Dr. Gabriel de Souza Macedo, coordenador do Programa de Medicina Personalizada do Hospital das Clínicas de Porto Alegre, apresentou uma palestra sobre os testes moleculares em Oncologia e o seu impacto na escolha de tratamentos, como a terapia-alvo e a imunoterapia. Além de trazer um overview do que há de mais moderno na aplicação dos biomarcadores na prática clínica, o Dr. Gabriel Macedo também apresentou uma tendência recente de estudo em biomarcadores, que é sua aplicação em biópsia líquida. A palestra contou com a moderação de Gabriela Nestal (Fiocruz).

Apresentação orais mistas

Intercalando a programação de palestras, foram apresentados em uma sessão oral mista os trabalhos selecionados de estudantes de iniciação científica, mestrado e doutorado.

Guilherme Wermelinger, estudante de iniciação científica da UFF, falou sobre a análise fitoquímica das plantas do gênero Piper para avaliar o efeito antitumoral e a determinação da via de morte celular induzida pelos compostos em linhagens celulares de câncer bucal.

Pedro Carvalho, mestrando do INCA, apresentou um estudo sobre o linfoma difuso de grandes células B (DLBCL), que é considerado um dos cânceres mais comuns em indivíduos HIV +, buscando identificar biomarcadores de HPV.

Aline Leonardo, aluna de doutorado da UFRJ, abordou estratégias alternativas para tratar o glioblastoma (GBM, um astrocitoma grau IV), o tumor mais agressivo do Sistema Nervoso Central.

As apresentações foram gravadas em vídeo e, ao vivo, os pesquisadores responderam às perguntas da plateia, formuladas pelo mediador da sessão oral, Martin Bonamino (Fiocruz).

Em virtude de alguns problemas técnicos no início da transmissão, a sessão oral, que estava prevista para acontecer às 11:30h, foi transferida para o último dia do evento, 06/11, às 10:30h.

Sessão Virtual de Pôsteres

Às 15h teve começou oficialmente a Sessão de Pôsteres (E-poster) do Simpósio de Oncobiologia. Nesta versão online, ao invés de banners impressos e aglomeração nos corredores, a Sessão de Pôsteres está sendo feita através de uma plataforma virtual, completamente interativa. Esse ano, além dos resumos e dos pôsteres, o evento conta também com vídeos dos autores apresentando os seus trabalhos científicos.

Nesta edição, o Simpósio de Oncobiologia traz a apresentação de 110 trabalhos, divididos em 8 áreas temáticas. Na plataforma de E-poster é possível fazer buscas por autor, título do trabalho, palavras-chave, categoria e área temática, bem como também enviar perguntas, elogios e sugestões para os autores.

A plataforma de E-poster já está no ar há alguns dias e pode ser acessada livremente por todos participantes do evento. No período da programação dedicado ao E-poster, há uma interação maior, pois os autores permanecem online para responder, em tempo real, às perguntas recebidas pelo chat. O bate-papo fica totalmente registrado na plataforma, abaixo de cada trabalho. Para o participante, é como se ele fosse onipresente, pois consegue ficar a par das discussões de todos os pôsteres, algo impossível em um evento presencial.

O Simpósio de Oncobiologia continua nesta quinta-feira e terá intensa programação, com encerramento programado para a sexta-feira (06/11), quando ocorrerá a premiação dos trabalhos inscritos.

Plataforma de E-poster:
https://proceedings.science/xiv-so-2020

Plataforma de transmissão ao vivo
https://simponco2020.evon247.com.br

Site do evento:
https://www.simposiooncobiologia.com.br

Fonte: Núcleo de divulgação do Programa de Oncobiologia

Instituição alerta que pandemia pode provocar agravamento dos casos de câncer de mama e ressalta importância do diagnóstico

Instituição alerta que pandemia pode provocar agravamento dos casos de câncer de mama e ressalta importância do diagnóstico

Estimativas feitas regularmente pelo Instituto Nacional do Câncer (INCA) apontam para um aumento de 11% no número de casos anuais de câncer de mama em mulheres, se comparadas as projeções para 2018-2019 e 2020-2021. Um levantamento feito pela Fundação do Câncer revela outra preocupação: o número de exames de mamografias realizado no SUS despencou mais de 80% durante a pandemia da Covid-19, se comparado aos mesmos meses no ano anterior.

“Esses números acendem um sinal de alerta para um cenário futuro em relação à doença. A mamografia é justamente o exame de maior adesão para o rastreamento do câncer de mama. A detecção precoce aumenta em mais de 90% a resposta positiva ao tratamento e as chances de cura”, salienta o cirurgião oncológico e diretor-executivo da Fundação do Câncer, Luiz Augusto Maltoni.

Por isso, anualmente, a Fundação do Câncer promove a campanha Outubro + Que Rosa, para sensibilizar a sociedade pela causa. O câncer de mama é uma doença tempo-dependente, que precisa de um diagnóstico em estágio inicial, principalmente quando as lesões não são identificadas em uma consulta médica. “É necessário que a mamografia seja realizada regularmente, como forma de se detectar a doença precocemente. Ainda que na pandemia, os cuidados com a saúde não devem ser abandonados. Por isso, a mamografia de diagnóstico deve ser mantida”, ressalta o especialista.

Este ano, a campanha Outubro + Que Rosa é estrelada pela atriz Catarina Abdalla, a Dona Jô do seriado Vai que Cola (Multishow), e tem como mote o slogan ‘É tempo de…’, como explica o diretor da Fundação do Câncer: “A ação deste ano será toda online, teremos peças nas nossas redes sociais, lives com especialistas em câncer, vídeos de apoio com a madrinha da campanha e empresas parceiras, que doarão parte das vendas de seus produtos no e-commerce, ao trabalho de prevenção da doença e promoção da saúde desenvolvido pela Fundação”, adianta Maltoni.

A campanha está dividida em quatro focos: É tempo de… cuidar de si, ou seja, ir ao médico ou fazer exames periódicos; ajudar o outro, seja compartilhando informações ou incentivando no cuidado preventivo ou curativo; apoiar, seja se doando a quem está doente ou fazendo uma doação para instituições que ajudam a combater o câncer; e prevenção, ou seja, de falar sobre promoção da saúde e chances de cura da doença. “Queremos gerar empatia sobre o tema e falar para as pessoas que o caminho para combater o câncer de mama está no cuidado e no diagnóstico precoce. Isso é importantíssimo, especialmente, nesse momento em que muitas pessoas deixaram de cuidar da saúde em função do isolamento social devido à pandemia da Covid-19”, salienta o diretor-executivo da Fundação do Câncer.

Além da atriz Catarina Abdalla, a campanha Outubro + Que Rosa conta com o apoio da fotógrafa Andrea Rocha e das empresas Dermage, Oh! Boy, Lojas Três e Authen.

Se você quer ajudar a Fundação do Câncer em projetos como o Outubro + Que Rosa acesse www.cancer.org.br/outubromaisquerosa/doe.

O futuro a gente preserva hoje

O futuro a gente preserva hoje

Conheça o novo Relatório Anual 2019 da Fundação do Câncer, agora em formato totalmente digital.

 

Para lançar um novo Relatório Anual em tempos de transformação digital, nada mais adequado do que abraçar o novo e adotar o formato on-line. Afinal, inovação é um dos valores da Fundação do Câncer e sempre esteve presente no dia a dia da instituição. Seguimos trabalhando de forma responsável e sustentável e essa mudança reflete este momento de rupturas e relevantes evoluções.

 

Caprichamos no design, como sempre. Mas, o conteúdo continua sendo nosso destaque. É o caso da pauta sobre o Redome (Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea), programa do Ministério da Saúde que tem gestão operacional da Fundação. Mostramos mais sobre as modalidades de pesquisas que temos apoiado e vêm revolucionando o tratamento do câncer. No campo da Prevenção e Comunicação, os destaques são as campanhas que mobilizaram milhares de pessoas no ano passado. E tem muitos outros assuntos para ler, navegar e conhecer os resultados de nossa luta pela vida.

TUDO NOVO

O Relatório Anual 2019 é responsivo e pode ser acessado por computadores ou dispositivos móveis. Além do conteúdo digital na íntegra, a página também dá acesso às versões resumidas em pdf.

Desejamos uma ótima leitura e que este relatório nos aproxime ainda mais.

Luiz Augusto Maltoni Jr
Diretor-executivo da Fundação do Câncer