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XIV Simpósio de Oncobiologia inova em versão online

XIV Simpósio de Oncobiologia inova em versão online

VEJA COMO FOI O PRIMEIRO DIA DO EVENTO!

Teve início na quarta-feira, 04 de novembro de 2020, o XIV Simpósio de Oncobiologia. Pela primeira vez em sua história – em função da pandemia de Covid-19 e a necessidade de isolamento social – o evento acontece 100% online. Este ano, a versão virtual mantém a grade de programação habitual do evento com palestras, de renomados especialistas do Brasil e do exterior, e apresentação de trabalhos, em diferentes áreas de estudo da Biologia do câncer, na forma oral e de pôster.

Buscando inovar e se adaptar a esta nova realidade, nesta 14ª edição, contando novamente com o patrocínio da Fundação do Câncer, o Simpósio de Oncobiologia trouxe nova identidade visual (logomarca), um inédito website e uma plataforma exclusiva de inscrições, submissão de trabalhos e apresentação de pôsters – agora chamados de E-posters. O evento teve, também, transmissão ao vivo das palestras, em ambiente virtual fechado (somente para inscritos no evento), preservando o sigilo e a confidencialidade das pesquisas apresentadas.

Abertura do evento online

Dr. Alfredo Scaff, epidemiologista e consultor médico da Fundação do Câncer, representou a instituição, deu as boas-vindas aos participantes e organizadores do XIV Simpósio de Oncobiologia e ressaltou a importância do evento para a difusão do conhecimento sobre a biologia do câncer.

Scaff também usou sua fala para homenagear duas grandes personalidades que faleceram este ano deixando suas importantíssimas contribuições para a ciência brasileira por meio do Programa de Oncobiologia da UFRJ: Dr. Marcos Moraes, fundador da Fundação do Câncer e um dos criadores do Programa, e Dr. Franklin Rumjanek, diretor científico e coordenador de um dos grupos de pesquisa do Programa de Oncobiologia. No encerramento do evento, na sexta-feira (06/11), haverá uma homenagem a estes dois brilhantes cientistas.

Trio de Palestras

O Dr. Janusz Rak, pesquisador sênior da McGill University (Montreal, Canadá), especialista no estudo do papel de vesículas extracelulares na biologia tumoral, ministrou a palestra de abertura do evento e apresentou estudos em andamento que exploram as implicações biológicas, terapêuticas e diagnósticas da rede de comunicação célula-célula mediada por vesículas extracelulares (Ev), alteradas sob a influência das vias de transformação celular no câncer.

A palestra de abertura do XIV Simpósio de Oncobiologia foi um sucesso! E suscitou muitas perguntas e elogios. Robson Monteiro (UFRJ), coordenador do Programa de Oncobiologia, foi o moderador das palestras da parte manhã, neste primeiro dia de evento. Com jogo de cintura para lidar com imprevistos na transmissão ao vivo e sempre atento às perguntas formuladas pelos chat, fez a moderação entre os palestrantes e a plateia virtual do evento.

Na sequência, o Dr. Luiz Henrique Medeiros Geraldo apresentou os resultados de sua tese de doutorado premiada no Programa de Pós-graduação em Ciências Morfológicas do ICB-UFRJ. A tese, que faz um estudo minucioso do microambiente tumoral, em particular, do glioblastoma, foi desenvolvida em período sanduíche no Laboratório da Profª. Dra. Anne Eichmann, no Paris Cardiovascular Research Center (PARCC – INSERM U970), na França.

Para completar o trio de palestras do primeiro dia do evento, o Dr. Gabriel de Souza Macedo, coordenador do Programa de Medicina Personalizada do Hospital das Clínicas de Porto Alegre, apresentou uma palestra sobre os testes moleculares em Oncologia e o seu impacto na escolha de tratamentos, como a terapia-alvo e a imunoterapia. Além de trazer um overview do que há de mais moderno na aplicação dos biomarcadores na prática clínica, o Dr. Gabriel Macedo também apresentou uma tendência recente de estudo em biomarcadores, que é sua aplicação em biópsia líquida. A palestra contou com a moderação de Gabriela Nestal (Fiocruz).

Apresentação orais mistas

Intercalando a programação de palestras, foram apresentados em uma sessão oral mista os trabalhos selecionados de estudantes de iniciação científica, mestrado e doutorado.

Guilherme Wermelinger, estudante de iniciação científica da UFF, falou sobre a análise fitoquímica das plantas do gênero Piper para avaliar o efeito antitumoral e a determinação da via de morte celular induzida pelos compostos em linhagens celulares de câncer bucal.

Pedro Carvalho, mestrando do INCA, apresentou um estudo sobre o linfoma difuso de grandes células B (DLBCL), que é considerado um dos cânceres mais comuns em indivíduos HIV +, buscando identificar biomarcadores de HPV.

Aline Leonardo, aluna de doutorado da UFRJ, abordou estratégias alternativas para tratar o glioblastoma (GBM, um astrocitoma grau IV), o tumor mais agressivo do Sistema Nervoso Central.

As apresentações foram gravadas em vídeo e, ao vivo, os pesquisadores responderam às perguntas da plateia, formuladas pelo mediador da sessão oral, Martin Bonamino (Fiocruz).

Em virtude de alguns problemas técnicos no início da transmissão, a sessão oral, que estava prevista para acontecer às 11:30h, foi transferida para o último dia do evento, 06/11, às 10:30h.

Sessão Virtual de Pôsteres

Às 15h teve começou oficialmente a Sessão de Pôsteres (E-poster) do Simpósio de Oncobiologia. Nesta versão online, ao invés de banners impressos e aglomeração nos corredores, a Sessão de Pôsteres está sendo feita através de uma plataforma virtual, completamente interativa. Esse ano, além dos resumos e dos pôsteres, o evento conta também com vídeos dos autores apresentando os seus trabalhos científicos.

Nesta edição, o Simpósio de Oncobiologia traz a apresentação de 110 trabalhos, divididos em 8 áreas temáticas. Na plataforma de E-poster é possível fazer buscas por autor, título do trabalho, palavras-chave, categoria e área temática, bem como também enviar perguntas, elogios e sugestões para os autores.

A plataforma de E-poster já está no ar há alguns dias e pode ser acessada livremente por todos participantes do evento. No período da programação dedicado ao E-poster, há uma interação maior, pois os autores permanecem online para responder, em tempo real, às perguntas recebidas pelo chat. O bate-papo fica totalmente registrado na plataforma, abaixo de cada trabalho. Para o participante, é como se ele fosse onipresente, pois consegue ficar a par das discussões de todos os pôsteres, algo impossível em um evento presencial.

O Simpósio de Oncobiologia continua nesta quinta-feira e terá intensa programação, com encerramento programado para a sexta-feira (06/11), quando ocorrerá a premiação dos trabalhos inscritos.

Plataforma de E-poster:
https://proceedings.science/xiv-so-2020

Plataforma de transmissão ao vivo
https://simponco2020.evon247.com.br

Site do evento:
https://www.simposiooncobiologia.com.br

Fonte: Núcleo de divulgação do Programa de Oncobiologia

Instituição alerta que pandemia pode provocar agravamento dos casos de câncer de mama e ressalta importância do diagnóstico

Instituição alerta que pandemia pode provocar agravamento dos casos de câncer de mama e ressalta importância do diagnóstico

Estimativas feitas regularmente pelo Instituto Nacional do Câncer (INCA) apontam para um aumento de 11% no número de casos anuais de câncer de mama em mulheres, se comparadas as projeções para 2018-2019 e 2020-2021. Um levantamento feito pela Fundação do Câncer revela outra preocupação: o número de exames de mamografias realizado no SUS despencou mais de 80% durante a pandemia da Covid-19, se comparado aos mesmos meses no ano anterior.

“Esses números acendem um sinal de alerta para um cenário futuro em relação à doença. A mamografia é justamente o exame de maior adesão para o rastreamento do câncer de mama. A detecção precoce aumenta em mais de 90% a resposta positiva ao tratamento e as chances de cura”, salienta o cirurgião oncológico e diretor-executivo da Fundação do Câncer, Luiz Augusto Maltoni.

Por isso, anualmente, a Fundação do Câncer promove a campanha Outubro + Que Rosa, para sensibilizar a sociedade pela causa. O câncer de mama é uma doença tempo-dependente, que precisa de um diagnóstico em estágio inicial, principalmente quando as lesões não são identificadas em uma consulta médica. “É necessário que a mamografia seja realizada regularmente, como forma de se detectar a doença precocemente. Ainda que na pandemia, os cuidados com a saúde não devem ser abandonados. Por isso, a mamografia de diagnóstico deve ser mantida”, ressalta o especialista.

Este ano, a campanha Outubro + Que Rosa é estrelada pela atriz Catarina Abdalla, a Dona Jô do seriado Vai que Cola (Multishow), e tem como mote o slogan ‘É tempo de…’, como explica o diretor da Fundação do Câncer: “A ação deste ano será toda online, teremos peças nas nossas redes sociais, lives com especialistas em câncer, vídeos de apoio com a madrinha da campanha e empresas parceiras, que doarão parte das vendas de seus produtos no e-commerce, ao trabalho de prevenção da doença e promoção da saúde desenvolvido pela Fundação”, adianta Maltoni.

A campanha está dividida em quatro focos: É tempo de… cuidar de si, ou seja, ir ao médico ou fazer exames periódicos; ajudar o outro, seja compartilhando informações ou incentivando no cuidado preventivo ou curativo; apoiar, seja se doando a quem está doente ou fazendo uma doação para instituições que ajudam a combater o câncer; e prevenção, ou seja, de falar sobre promoção da saúde e chances de cura da doença. “Queremos gerar empatia sobre o tema e falar para as pessoas que o caminho para combater o câncer de mama está no cuidado e no diagnóstico precoce. Isso é importantíssimo, especialmente, nesse momento em que muitas pessoas deixaram de cuidar da saúde em função do isolamento social devido à pandemia da Covid-19”, salienta o diretor-executivo da Fundação do Câncer.

Além da atriz Catarina Abdalla, a campanha Outubro + Que Rosa conta com o apoio da fotógrafa Andrea Rocha e das empresas Dermage, Oh! Boy, Lojas Três e Authen.

Se você quer ajudar a Fundação do Câncer em projetos como o Outubro + Que Rosa acesse www.cancer.org.br/outubromaisquerosa/doe.

O futuro a gente preserva hoje

O futuro a gente preserva hoje

Conheça o novo Relatório Anual 2019 da Fundação do Câncer, agora em formato totalmente digital.

 

Para lançar um novo Relatório Anual em tempos de transformação digital, nada mais adequado do que abraçar o novo e adotar o formato on-line. Afinal, inovação é um dos valores da Fundação do Câncer e sempre esteve presente no dia a dia da instituição. Seguimos trabalhando de forma responsável e sustentável e essa mudança reflete este momento de rupturas e relevantes evoluções.

 

Caprichamos no design, como sempre. Mas, o conteúdo continua sendo nosso destaque. É o caso da pauta sobre o Redome (Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea), programa do Ministério da Saúde que tem gestão operacional da Fundação. Mostramos mais sobre as modalidades de pesquisas que temos apoiado e vêm revolucionando o tratamento do câncer. No campo da Prevenção e Comunicação, os destaques são as campanhas que mobilizaram milhares de pessoas no ano passado. E tem muitos outros assuntos para ler, navegar e conhecer os resultados de nossa luta pela vida.

TUDO NOVO

O Relatório Anual 2019 é responsivo e pode ser acessado por computadores ou dispositivos móveis. Além do conteúdo digital na íntegra, a página também dá acesso às versões resumidas em pdf.

Desejamos uma ótima leitura e que este relatório nos aproxime ainda mais.

Luiz Augusto Maltoni Jr
Diretor-executivo da Fundação do Câncer

Fundação do Câncer faz campanha de prevenção ao HPV

Fundação do Câncer faz campanha de prevenção ao HPV

Parceria com a Ecoponte chama atenção para o perigo do vírus que causa câncer e atinge mais da metade da população brasileira jovem

Um grande painel nos dois sentidos da Ponte Rio-Niterói convida famílias a vacinar seus filhos, na faixa etária dos 9 aos 14 anos, contra o Papilomavírus Humano (HPV). A mensagem da campanha da Fundação do Câncer, em parceria com a Ecoponte, está alinhada à estratégia global da Organização Mundial de Saúde, a OMS: prevenir o vírus do HPV por meio da imunização de 90% das meninas antes dos 15 anos e, por consequência, milhões de mortes de mulheres por câncer de útero no mundo. O vírus, que também pode causar tumores de cabeça e pescoço e órgãos genitais em homens e mulheres, está presente em mais da metade da população brasileira jovem, segundo o Estudo Epidemiológico Sobre a Prevalência Nacional de Infecção pelo HPV, realizado através do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS).

“Nosso intuito é chamar atenção dos pais para uma questão crucial para a saúde de meninas, de 9 a 14 anos, e meninos, de 11 a 14 anos. Muitos pais ainda se perguntam o porquê de vacinar seus filhos nessa idade, já que muitos ainda nem iniciaram suas vidas sexuais. Mas a proteção é fundamental nessas faixas-etárias, pois já se sabe que a vacina tem maior eficiência quando administradas antes da exposição ao HPV; a resposta imunológica é mais duradoura”, alerta o diretor executivo da Fundação do Câncer, o médico e cirurgião oncológico Luiz Augusto Maltoni.

A mensagem da campanha lembra aos pais que os adolescentes podem escolher a profissão que quiserem exercer no futuro, mas, para isso, precisam ter saúde e se prevenir contra o câncer. “É preciso tomar, hoje, as duas doses de vacina contra o HPV para ter uma vida mais saudável amanhã”, completa o diretor da Fundação do Câncer. A transmissão do HPV se dá por contato direto com a pele ou mucosa infectada. Na maioria das vezes, é transmitido através da relação sexual (95%).

Para o coordenador de Sustentabilidade da Ecoponte, Pietro Franco, a parceria da Ecoponte com a Fundação do Câncer “é fundamental para que conscientizar cada vez mais pessoas sobre temas importantes sobre saúde”. “Diariamente cerca de 150 mil veículos passam nos dois sentidos da Ponte e as lonas instaladas na rodovia são um lembrete para o usuário cuidar da sua saúde e da família”, comenta Pietro.

Redes sociais

A campanha, que começou em uma mídia tradicional, se estende por dois meses nas redes sociais da Fundação do Câncer (Facebook, Instagram, Linkedin, além de campanha de display do Google), sempre voltada para profissões desejadas pelas crianças, como astronauta, médica, professora e cantora. “Ainda temos outras publicações a serem feitas e criamos as postagens de acordo com as profissões que os jovens mais desejam. Para isso, conversamos com vários deles”, conta Maltoni,  diretor da Fundação do Câncer.

Sobre a vacina

A imunização por HPV está disponível gratuitamente no SUS para meninas, de 9 a 14 anos, e para meninos, de 11 a 14 anos. As duas doses da vacina devem ser ministradas com 6 meses de intervalo. Ela também é aplicada em pessoas infectadas pelo HIV/AIDS e pessoas transplantadas na faixa etária de 9 a 26 anos. De acordo a Sociedade Brasileira de Infectologia e a Sociedade Brasileira de Imunizações, o HPV está associado a 99% dos tumores malignos de colo de útero, 63% de câncer de pênis, ânus (91%), vagina (75%), orofaringe (72%) e vulva (39%).

Mais do que uma retomada, um reinício.

Mais do que uma retomada, um reinício.

A Fundação do Câncer reiniciou as atividades presenciais cumprindo rigorosos protocolos de segurança. Colaboradores foram classificados em grupos de risco e atuam em escalas diferenciadas.

Desde que foram tomadas as primeiras medidas de isolamento social para controle da propagação do novo coronavírus no Rio de Janeiro, a Fundação do Câncer vem agindo para proteger e cuidar de sua equipe. Foi implantado um Comitê de Crise que, há exatos seis meses, apoiou a decisão da Diretoria e deu início ao plano que colocou toda a Instituição em esquema de teletrabalho. Agora, com base nos dados epidemiológicos oficiais, que apontam para uma queda sustentada no número de casos e mortes por Covid19, a Fundação reinicia o trabalho presencial em sua sede de forma gradual e escalonada, a partir de 14 de setembro,

A segurança dos colaboradores e pessoas de seu convívio pessoal diário continua sendo o principal balizador das ações, por isso, as orientações das autoridades públicas e sanitárias vem sendo observadas. Foram definidos quatro grupos e o cronograma de reinício começa a ser executado a partir de 14/09 pelo de menor risco. A partir de então, é previsto o retorno de um novo grupo a cada três semanas.

A Fundação continua vigilante e privilegiando a segurança de todos e, a qualquer sinal de mudança e crescimento na curva da epidemia, o teletrabalho voltará a ser adotado de forma integral.

 

Prontos para o reinício

Veja algumas de nossas ações de prevenção e orientação:

  • Definição de grupos de risco com retornos em datas distintas e revezamento de escalas em sistema híbrido (presencial e teletrabalho).
  • Instalação de totens de álcool gel nas entradas e dispensers para higienização em todos os ambientes.
  • Sinalização em todos postos de trabalho e setores, com orientações de cuidado referentes a cada área.
  • Alertas sobre lotação máxima permitida em cada ambiente conforme suas dimensões.
  • Divulgação de normas de segurança, como etiqueta sanitária, orientações para lavagem correta das mãos e uso das máscaras, além de informes sobre sintomas.
  • Medição de temperatura na entrada e durante as jornadas de trabalho.
  • Elaboração do Protocolo de Reinício, com todas as normas de segurança contra o novo coronavírus, disponibilizado a todos os colaboradores.
  • Informes internos e externos sobre prevenção e saúde por meio de reuniões, palestras ao vivo e boletins.
  • Reuniões presenciais, atividades externas e viagens continuam suspensas nesta fase inicial do reinício.
  • Cumprimento integral dos pontos aplicáveis das Regras de Ouro previstas no Plano Rio de Novo da Prefeitura do Rio.

 

#UmPorTodos: ajude a Fundação do Câncer a proteger pacientes oncológicos em situação de vulnerabilidade social

#UmPorTodos: ajude a Fundação do Câncer a proteger pacientes oncológicos em situação de vulnerabilidade social

Entre os dias 27 de maio e 10 de junho, a Fundação do Câncer promove a campanha #UmPorTodos. O objetivo é cuidar e proteger os pacientes oncológicos, um dos públicos mais vulneráveis em caso de contaminação pelo novo coronavírus, e seus acompanhantes com a distribuição de 3.400 máscaras, uma das formas mais eficazes e simples de aumentar esse nível de proteção, além do distanciamento social.

O #UmPorTodos é, além de uma campanha de proteção dos pacientes oncológicos em situação de vulnerabilidade, um ato de responsabilidade social. Queremos unir o controle do câncer e o a proteção dos pacientes com impacto social e distribuição de renda. Por isso, toda a produção será feita por costureiras de comunidades do Rio de Janeiro, apoiadas pela associação Pipa Social. A distribuição será feita com apoio da organização Davida – Casa do Bom Samaritano, para pessoas com câncer atendidas pelas instituições Hemorio, Movimento Outubro Rosa Niterói e Movimento Unidas pela Vida.

A importância das máscaras para o pacientes oncológico

Os pacientes com câncer têm o sistema imunológico enfraquecido, seja pela doença ou pelos seus tratamentos, especialmente, nos casos de neoplasias hematológicas (do sangue); em quimioterapia ativa; e em transplantados de medula óssea.

Conforme orientação dos especialistas da Fundação do Câncer, em consonância com os órgãos e profissionais da área de oncologia, os pacientes com câncer não devem interromper seus tratamentos durante a pandemia do novo coronavírus. Eles contam, ainda, com familiares e/ou amigos que precisam acompanhá-los durante a visita aos centros de referência, além de realizar as atividades que necessitam exposição, como, por exemplo, ir ao mercado ou farmácia. Em todas essas situações, o uso da máscara é recomendado e necessário.

Você pode ser mais um e somar para melhorar o mundo de todos.

Para apoiar o projeto #UmPorTodos, basta acessar benfeitoria.com/umportodos e escolher o valor da sua doação, que pode variar entre R$ 10 e R$ 3.000.

Contamos com a sua ajuda!