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Fundação do Câncer faz campanha de prevenção ao HPV

Fundação do Câncer faz campanha de prevenção ao HPV

Parceria com a Ecoponte chama atenção para o perigo do vírus que causa câncer e atinge mais da metade da população brasileira jovem

Um grande painel nos dois sentidos da Ponte Rio-Niterói convida famílias a vacinar seus filhos, na faixa etária dos 9 aos 14 anos, contra o Papilomavírus Humano (HPV). A mensagem da campanha da Fundação do Câncer, em parceria com a Ecoponte, está alinhada à estratégia global da Organização Mundial de Saúde, a OMS: prevenir o vírus do HPV por meio da imunização de 90% das meninas antes dos 15 anos e, por consequência, milhões de mortes de mulheres por câncer de útero no mundo. O vírus, que também pode causar tumores de cabeça e pescoço e órgãos genitais em homens e mulheres, está presente em mais da metade da população brasileira jovem, segundo o Estudo Epidemiológico Sobre a Prevalência Nacional de Infecção pelo HPV, realizado através do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS).

“Nosso intuito é chamar atenção dos pais para uma questão crucial para a saúde de meninas, de 9 a 14 anos, e meninos, de 11 a 14 anos. Muitos pais ainda se perguntam o porquê de vacinar seus filhos nessa idade, já que muitos ainda nem iniciaram suas vidas sexuais. Mas a proteção é fundamental nessas faixas-etárias, pois já se sabe que a vacina tem maior eficiência quando administradas antes da exposição ao HPV; a resposta imunológica é mais duradoura”, alerta o diretor executivo da Fundação do Câncer, o médico e cirurgião oncológico Luiz Augusto Maltoni.

A mensagem da campanha lembra aos pais que os adolescentes podem escolher a profissão que quiserem exercer no futuro, mas, para isso, precisam ter saúde e se prevenir contra o câncer. “É preciso tomar, hoje, as duas doses de vacina contra o HPV para ter uma vida mais saudável amanhã”, completa o diretor da Fundação do Câncer. A transmissão do HPV se dá por contato direto com a pele ou mucosa infectada. Na maioria das vezes, é transmitido através da relação sexual (95%).

Redes sociais

A campanha, que começou em uma mídia tradicional, se estende por dois meses nas redes sociais da Fundação do Câncer (Facebook, Instagram, Linkedin, além de campanha de display do Google), sempre voltada para profissões desejadas pelas crianças, como astronauta, médica, professora e cantora. “Ainda temos outras publicações a serem feitas e criamos as postagens de acordo com as profissões que os jovens mais desejam. Para isso, conversamos com vários deles”, conta Maltoni, diretor da Fundação do Câncer.

Sobre a vacina

A imunização por HPV está disponível gratuitamente no SUS para meninas, de 9 a 14 anos, e para meninos, de 11 a 14 anos. As duas doses da vacina devem ser ministradas com 6 meses de intervalo. Ela também é aplicada em pessoas infectadas pelo HIV/AIDS e pessoas transplantadas na faixa etária de 9 a 26 anos. De acordo a Sociedade Brasileira de Infectologia e a Sociedade Brasileira de Imunizações, o HPV está associado a 99% dos tumores malignos de colo de útero, 63% de câncer de pênis, ânus (91%), vagina (75%), orofaringe (72%) e vulva (39%).

Mais do que uma retomada, um reinício.

Mais do que uma retomada, um reinício.

A Fundação do Câncer reiniciou as atividades presenciais cumprindo rigorosos protocolos de segurança. Colaboradores foram classificados em grupos de risco e atuam em escalas diferenciadas.

Desde que foram tomadas as primeiras medidas de isolamento social para controle da propagação do novo coronavírus no Rio de Janeiro, a Fundação do Câncer vem agindo para proteger e cuidar de sua equipe. Foi implantado um Comitê de Crise que, há exatos seis meses, apoiou a decisão da Diretoria e deu início ao plano que colocou toda a Instituição em esquema de teletrabalho. Agora, com base nos dados epidemiológicos oficiais, que apontam para uma queda sustentada no número de casos e mortes por Covid19, a Fundação reinicia o trabalho presencial em sua sede de forma gradual e escalonada, a partir de 14 de setembro,

A segurança dos colaboradores e pessoas de seu convívio pessoal diário continua sendo o principal balizador das ações, por isso, as orientações das autoridades públicas e sanitárias vem sendo observadas. Foram definidos quatro grupos e o cronograma de reinício começa a ser executado a partir de 14/09 pelo de menor risco. A partir de então, é previsto o retorno de um novo grupo a cada três semanas.

A Fundação continua vigilante e privilegiando a segurança de todos e, a qualquer sinal de mudança e crescimento na curva da epidemia, o teletrabalho voltará a ser adotado de forma integral.

 

Prontos para o reinício

Veja algumas de nossas ações de prevenção e orientação:

  • Definição de grupos de risco com retornos em datas distintas e revezamento de escalas em sistema híbrido (presencial e teletrabalho).
  • Instalação de totens de álcool gel nas entradas e dispensers para higienização em todos os ambientes.
  • Sinalização em todos postos de trabalho e setores, com orientações de cuidado referentes a cada área.
  • Alertas sobre lotação máxima permitida em cada ambiente conforme suas dimensões.
  • Divulgação de normas de segurança, como etiqueta sanitária, orientações para lavagem correta das mãos e uso das máscaras, além de informes sobre sintomas.
  • Medição de temperatura na entrada e durante as jornadas de trabalho.
  • Elaboração do Protocolo de Reinício, com todas as normas de segurança contra o novo coronavírus, disponibilizado a todos os colaboradores.
  • Informes internos e externos sobre prevenção e saúde por meio de reuniões, palestras ao vivo e boletins.
  • Reuniões presenciais, atividades externas e viagens continuam suspensas nesta fase inicial do reinício.
  • Cumprimento integral dos pontos aplicáveis das Regras de Ouro previstas no Plano Rio de Novo da Prefeitura do Rio.

 

#UmPorTodos: ajude a Fundação do Câncer a proteger pacientes oncológicos em situação de vulnerabilidade social

#UmPorTodos: ajude a Fundação do Câncer a proteger pacientes oncológicos em situação de vulnerabilidade social

Entre os dias 27 de maio e 10 de junho, a Fundação do Câncer promove a campanha #UmPorTodos. O objetivo é cuidar e proteger os pacientes oncológicos, um dos públicos mais vulneráveis em caso de contaminação pelo novo coronavírus, e seus acompanhantes com a distribuição de 3.400 máscaras, uma das formas mais eficazes e simples de aumentar esse nível de proteção, além do distanciamento social.

O #UmPorTodos é, além de uma campanha de proteção dos pacientes oncológicos em situação de vulnerabilidade, um ato de responsabilidade social. Queremos unir o controle do câncer e o a proteção dos pacientes com impacto social e distribuição de renda. Por isso, toda a produção será feita por costureiras de comunidades do Rio de Janeiro, apoiadas pela associação Pipa Social. A distribuição será feita com apoio da organização Davida – Casa do Bom Samaritano, para pessoas com câncer atendidas pelas instituições Hemorio, Movimento Outubro Rosa Niterói e Movimento Unidas pela Vida.

A importância das máscaras para o pacientes oncológico

Os pacientes com câncer têm o sistema imunológico enfraquecido, seja pela doença ou pelos seus tratamentos, especialmente, nos casos de neoplasias hematológicas (do sangue); em quimioterapia ativa; e em transplantados de medula óssea.

Conforme orientação dos especialistas da Fundação do Câncer, em consonância com os órgãos e profissionais da área de oncologia, os pacientes com câncer não devem interromper seus tratamentos durante a pandemia do novo coronavírus. Eles contam, ainda, com familiares e/ou amigos que precisam acompanhá-los durante a visita aos centros de referência, além de realizar as atividades que necessitam exposição, como, por exemplo, ir ao mercado ou farmácia. Em todas essas situações, o uso da máscara é recomendado e necessário.

Você pode ser mais um e somar para melhorar o mundo de todos.

Para apoiar o projeto #UmPorTodos, basta acessar benfeitoria.com/umportodos e escolher o valor da sua doação, que pode variar entre R$ 10 e R$ 3.000.

Contamos com a sua ajuda!

Fundação do Câncer, ACT, AMB, SBPT e outras instituições da área de saúde divulgam nota sobre pesquisa francesa que defende o uso da nicotina no combate ao novo coronavírus

Fundação do Câncer, ACT, AMB, SBPT e outras instituições da área de saúde divulgam nota sobre pesquisa francesa que defende o uso da nicotina no combate ao novo coronavírus

Organizações lançam campanha #VapeVicia e alertam que fumantes, usuários de cigarros eletrônicos e narguilés têm quadro agravado quando contaminados pelo Covid-19

A Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta para ampliação do risco de contágio por COVID-19 entre fumantes, usuários de cigarros eletrônicos e narguilés. Embora as pesquisas sobre o assunto ainda sejam recentes, análise das mortes entre pacientes chineses com diagnóstico de pneumonia associada ao novo coronavírus identificaram chances de progressão da doença 14 vezes maior entre fumantes. O levantamento vai de encontro à pesquisa francesa, que defende o uso da nicotina no combate ao novo coronavírus. O estudo em questão, que não foi revisado por pares e não faz referência a aprovação por nenhum comitê de ética em pesquisa, levou sete instituições renomadas em saúde a assinar nota técnica. Para as instituições, é “precoce e arriscado afirmar qualquer potencial fator protetor da nicotina para o SARS-CoV-2”, diz a nota. Veja a nota técnica completa.

Já a pesquisa chinesa, realizada em 55.924 casos confirmados em laboratório no país asiático, revelou, ainda, que a taxa de mortalidade é muito maior por Covid-19 entre doentes com doenças respiratórias crônicas, câncer, problemas cardíacos, diabetes e hipertensão.

De acordo com a OMS, fumantes têm maior vulnerabilidade à doença, pois a porta de entrada para o vírus são as mãos, a boca, o nariz e os olhos.

“O ato de fumar, em que o usuário segura o cigarro com os dedos e leva em contato com os lábios, aumenta a possibilidade da transmissão do vírus para a boca. Sem falar que o tabagismo é responsável por 90% dos casos de câncer de pulmão e, além de reduzir a capacidade pulmonar, eleva as chances de complicações pela virose”, alerta Luiz Augusto Maltoni Jr, diretor executivo da Fundação do Câncer.

O especialista enfatiza, ainda, que o uso do narguilé é perigoso por envolver o compartilhamento de bocais e mangueiras entre várias pessoas, o que também pode acelerar a transmissão do COVID-19.

“Condições que aumentam as necessidades de oxigênio ou reduzem a capacidade do corpo de usá-lo adequadamente colocam os pacientes em maior risco de doenças pulmonares graves, como pneumonia. Vale lembrar que as doenças respiratórias associadas ao tabagismo, como a Evali, causada pelo uso de cigarros eletrônicos, ampliam os riscos de complicações pelo novo coronavírus“, afirma o cirurgião oncológico e diretor executivo da Fundação do Câncer.

Campanha #vapevicia

A ACT Promoção da Saúde, a Associação Médica Brasileira (AMB) e a Fundação do Câncer estão lançando uma campanha em redes sociais sobre os perigos dos dispositivos eletrônicos para fumar (DEFs).

Intitulada #VapeVicia, a campanha tem como conceito o potencial destrutivo da combinação de dois vícios: em tecnologia e em nicotina. A intenção é mostrar que as inovações empregadas nesses dispositivos eletrônicos são uma armadilha usada pela indústria do cigarro para conquistar novos fumantes.

Para Maltoni Jr. a união das três entidades vem reforçar a importância do combate ao fumo, já que um estudo do Instituto Nacional de Câncer verificou que o país gasta cerca de R$ 57 bilhões ao ano com despesas médicas e de perda de produtividade relacionadas a doenças provocadas pelo fumo. De acordo com o estudo, o país arrecada R$ 13 bilhões de tributos por ano com a indústria do tabaco, o que significa que há um rombo de pelo menos R$ 44 bilhões para o sistema de saúde brasileiro. Todos os dias, 428 pessoas morrem devido ao tabagismo no país.

Para a AMB, “esses novos produtos encobrem, numa nuvem de vapor, sérios riscos às políticas de controle do tabaco, não só pela predisposição à renormalização do tabagismo, estímulo à iniciação e recaída pela falsa percepção de segurança, mas também um aumento sem precedentes de doenças tabaco relacionadas causadas pelo cigarro acrescidas da contribuição dessas novas tecnologias para fumar. Num cenário onde o SUS e a Saúde Suplementar lidam com o desafio de enfrentamento dos altos custos da pandemia do coronavírus seria uma insensatez a liberação desses produtos”, destaca Alberto Araújo, presidente da Comissão de Combate ao Tabagismo da AMB.

“Os DEFs também viciam e causam doenças e mortes, por isso o alerta de nossa campanha. A novidade tecnológica atrai para a experimentação, mas depois aprisiona para o consumo, assim como outros produtos para fumar”, destaca Mônica Andreis, Diretora Executiva da ACT Promoção de Saúde.

Para saber mais, acesse o hotsite da campanha: vapemata.org.br.

FUNDAÇÃO DO CÂNCER NO COMBATE À COVID-19

FUNDAÇÃO DO CÂNCER NO COMBATE À COVID-19

A Fundação do Câncer está atenta à evolução da pandemia global do novo Coronavírus e à escalada de casos confirmados no Brasil da COVID-19.

A instituição formou um Comitê Gestor para Prevenção e Controle do Coronavírus e tem promovido diversas ações. Por isso, a partir de segunda-feira, 23 de março, nossa equipe estará trabalhando remotamente. De casa, em segurança e com uso de recursos tecnológicos, seguimos atuando normalmente e atendendo a todas as demandas e processos.

Assim, contribuímos com a redução de deslocamentos de pessoas preconizada pelas autoridades sanitárias e apoiamos a luta contra a COVID-19.

Veja mais ações que a Fundação do Câncer adotou para cuidar da saúde e do bem-estar de seus colaboradores e familiares e de toda a população:

  • Isolamento social e trabalho remoto para todas as equipes;
  • Rodízio entre membros da equipe que precisam realizar trabalhos presenciais, com horários diferenciados de jornada;
  • Cancelamento de viagens e atividades externas;
  • Suspensão de eventos e reuniões presenciais;
  • Reuniões internas e externas, com parceiros e fornecedores, somente serão realizadas via teleconferência;
  • Reforço no fornecimento de sabonete e álcool gel (70%) em diversos pontos de nossas dependências;
  • Informes extraordinários em nossos murais de notícias e boletins eletrônicos;
  • Palestras internas com epidemiologista sobre as medidas de prevenção e controle do Coronavírus e esclarecimento de dúvidas dos colaboradores.
  • Divulgação de alerta sobre a importância do cuidado com os pacientes em tratamento contra o câncer, que, em virtude da própria doença e de alguns tratamentos, se encontram imunossuprimidos e fazem parte do grupo de maior risco.
  • A Fundação do Câncer continuará monitorando a situação e novas definições serão comunicadas de acordo com as decisões das autoridades sanitárias no decorrer da epidemia e sempre que necessárias.
    • Acompanhe novidades e informações úteis em nosso site e nas redes sociais.
RECOMENDAÇÕES PARA PACIENTES COM CÂNCER DURANTE A PANDEMIA DE COVID-19

RECOMENDAÇÕES PARA PACIENTES COM CÂNCER DURANTE A PANDEMIA DE COVID-19

A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou que a doença causada pelo novo coronavírus, chamada COVID-19,  atingiu o nível de uma pandemia, ou seja, a epidemia se espalhou por vários continentes. Sua transmissão acontece pelo ar, por meio do contato com secreções infectadas (saliva, espirro, tosse) ou pelo contato com superfícies contaminadas.

A COVID-19 é mais preocupante para alguns grupos de risco. Entre eles estão os pacientes com câncer, cujos sistemas imunológicos são frequentemente enfraquecidos pela doença e seus tratamentos, especialmente nos casos de neoplasias hematológicas (do sangue); em quimioterapia ativa; e em transplantados de medula óssea.

Os efeitos do tratamento não terminam com a radioterapia, a quimioterapia  ou após a cirurgia. Efeitos posteriores do câncer e efeitos imunossupressores do tratamento podem ser de longo prazo. Geralmente o risco é temporário e quem terminou o tratamento há alguns anos tem um sistema imunológico que, provavelmente, se recuperou.

O paciente oncológico deve redobrar a atenção se tiver febre e outros sintomas de uma doença respiratória, como tosse ou falta de ar, principalmente se houver contato próximo com uma pessoa suspeita ou confirmada para a COVID-19 ou se mora ou viajou recentemente para uma área conhecida por ter um surto da doença.

É importante que todos os pacientes com câncer – estejam em tratamento ou não – e aqueles que já se recuperaram da doença e passaram da fase de remissão, conversem com um médico que entende sua situação e histórico médico caso suspeitem que possam ter sido infectados com o novo coronavírus.

Conhecer o que pode ser feito para evitar o adoecimento é muito importante. Por isso, a Fundação do Câncer preparou este guia.

Saiba como aumentar sua proteção contra o novo Coronavírus

RECOMENDAÇÕES PARA OS PACIENTES ONCOLÓGICOS

  • Não suspenda seu tratamento contra o câncer nem o uso dos medicamentos prescritos pelo seu médico.
  • Entre em contato com o médico em caso de febre, coriza, falta de ar e tosse seca para avaliar a necessidade de procurar um centro de saúde.
  • Pacientes oncológicos, por serem mais vulneráveis em relação ao coronavírus, devem use máscara de proteção e trocá-la a cada 2 a 3 horas!
  • Mantenha distância de pessoas com quadro gripal ou que retornaram de viagem a locais com surto da COVID-19.
  • Na visita ao centro de tratamento oncológico, esteja acompanhado de apenas uma pessoa, preferencialmente, com menos de 60 anos e que não apresente sintomas de gripe.
  • Quando for ao hospital, evite contato físico mais próximo, mesmo com médicos e equipe e, especialmente, com demais pessoas no local.
  • Evite visitas hospitalares. Somente faça ou receba visitas em casos extraordinários.


RECOMENDAÇÕES PARA TODA A SOCIEDADE

  • Lave as mãos com frequência, com água e sabão, por pelo menos 20 segundos. Essa é uma das melhores maneiras de matar germes e vírus em suas mãos e impedir a propagação para outras pessoas.
  • Se água e sabão não estiverem prontamente disponíveis, use um desinfetante para as mãos à base de álcool 70%.
  • Concentrações menores de álcool, como o 46,5%, de uso doméstico, não são eficazes para eliminação do coronavírus.
  • Evite tocar nos olhos, nariz e boca porque, se você pegar o vírus, poderá se infectar permitindo que o vírus entre no seu corpo.
  • Evite o contato próximo – com menos de um metro e meio – de pessoas doentes, especialmente aquelas que tossem ou espirram.
  • Cubra a tosse ou espirro com um lenço de papel, depois jogue no lixo ou espirre na dobra do cotovelo.
  • Limpe e desinfete os objetos e superfícies tocados com frequência usando um spray ou pano de limpeza doméstico comum.
  • Fique em casa quando estiver doente.
  • Não cumprimente com apertos de mão, beijos e abraços.
  • Não se arrisque com tratamentos sem acompanhamento médico e automedicação. Além de ineficazes, eles podem colocar sua saúde em risco.

 

Fontes:


Consultores Médicos da Fundação do Câncer
www.cancer.org.br

Ministério da Saúde
https://www.saude.gov.br/

Instituto Nacional de Câncer José Gomes da Silva (Inca)
https://www.inca.gov.br/noticias/inca-contra-coronavirus

Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica
https://sboc.org.br/noticias/item/1797-posicionamento-sboc-coronavirus-covid-19

Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO)
https://www.asco.org/asco-coronavirus-information

American Cancer Society
https://www.cancer.org/latest-news/common-questions-about-the-new-coronavirus-outbreak.html